Clique na imagem abaixo e faça a atividade no seu caderno (Anytime, p.171).
Canal HSL Mídia (Hubert Sildely)
OPINIÃO - CULTURA - ENTRETENIMENTO
segunda-feira, 2 de novembro de 2026
sábado, 31 de outubro de 2026
ACD E FIGURAS DE LINGUAGEM
A análise crítica do discurso (ACD) compreende as figuras de linguagem não como meros recursos estéticos ou ornamentos estilísticos da fala, mas como estratégias linguístico-discursivas carregadas de intencionalidade ideológica e poder. Ao operarem na seleção e na combinação das palavras — como na naturalização de desigualdades por meio de metáforas, no apagamento de responsabilidades via eufemismos ou na amplificação dramática de consensos pela hipérbole —, as figuras moldam ativamente a cognição social e constroem hegemonias. Dessa forma, a ACD desvela como o tropo figurativo atua na legitimação de estruturas de dominação, transformando visões de mundo contingentes e parciais em verdades aparentemente neutras, universais e de "senso comum".
Veja algumas figuras de linguagem (clique na imagem abaixo - fonte: Professor Jotta Rocha).
quinta-feira, 22 de outubro de 2026
PRODUÇÃO E CIRCULAÇÃO MIDIÁTICA - CRIAÇÃO DE SINOPSES (NARRATIVAS EM GERAL)
No âmbito da produção e circulação midiática, a transposição do método de Paulo Freire para a criação de sinopses de novelas, romances ou filmes ressignifica o conceito de palavras geradoras como matrizes narrativas e temáticas enraizadas nas tensões socioculturais do público espectador. Em diálogo com a teoria de Mikhail Bakhtin, a palavra geradora atua na sinopse não apenas como ponto de partida estético, mas como um elemento profundamente polifônico e dialógico, no qual o enredo é concebido para encenar o embate entre múltiplos discursos, vozes e valorações ideológicas que já circulam na arena social. Paralelamente, sob a ótica da Análise Crítica do Discurso, de Norman Fairclough, essa metodologia orienta a produção midiática a desnaturalizar as práticas discursivas hegemônicas, transformando a sinopse em uma ferramenta de intervenção cultural que mapeia como as relações de poder e as desigualdades do cotidiano são representadas e reproduzidas na mídia. Dessa forma, ao ancorar a pré-produção audiovisual ou literária em palavras gestadas na própria realidade popular, o ato de narrar transcende o mero entretenimento para se consolidar como um processo dialógico de conscientização e ressignificação crítica do circuito de consumo midiático.
Vamos às produções de alunos do 3º ano do Ensino Médio (Colégio Estadual Brasil):
terça-feira, 6 de outubro de 2026
TRANSCULTURALIDADES
bell hooks foca na esfera existencial e pedagógica da libertação. Ela argumenta que, embora os oprimidos precisem dominar a língua de quem domina para sobreviver e interagir, eles realizam uma rebelião estética e política ao deformar, contrariar e ressignificar essa mesma língua (criando dialetos e vernáculos inter/transculturais). Assim, quebram-se os paradigmas da supremacia cultural branca. Contextualize esse pensamento de bell hooks, tendo em mente a interpretação do poema abaixo (clique nas imagens e faça a atividade em seu caderno).
ACD DE PROVÉRBIO POPULAR
Em um texto argumentativo (10-15 linhas), analise criticamente o discurso da figura abaixo, veiculada nas diversas mídias sociais. Leve em consideração a ideia de que o sujeito, ao interpretar a figura em voga, toma como base a coerência local.
domingo, 13 de setembro de 2026
OS INSTRUMENTOS MUSICAIS NO PALCO: O SHOW VAI COMEÇAR - QUAL É A NOTÍCIA?
Clique na imagem abaixo. Redija, na ficha dada pelo professor, uma notícia com base nessa imagem. Seja criativo! Siga o esquema da pirâmide invertida.










